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24 Set 2016

Maioria dos prefeitos das capitais tem saldo positivo na avaliação

Um levantamento que reúne a segunda rodada de pesquisas do IBOPE Inteligência realizadas em todas as capitais aponta que em 14 das 26 capitais do país a avaliação dos prefeitos tem saldo positivo (a soma das avaliações ótima/boa é maior do que a soma das avaliações ruim/péssima). Na média geral, os prefeitos têm 34% de ótimo/bom e 28% de ruim/péssimo, o que resulta em um saldo positivo de 6 pontos.

                    

Com o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, a maioria dos prefeitos melhorou sua avaliação positiva em relação à primeira rodada de pesquisas.  Essa melhora ajuda a reverter, na média geral, o saldo negativo de 2 pontos da rodada anterior de pesquisas (31% de ruim/péssimo e 29% de ótimo/bom). Naquele momento da campanha, 11 prefeitos eram populares nas capitais, enquanto 15 tinham saldo negativo.

Os prefeitos que mais melhoraram sua avaliação positiva são Carlos Amastha, de Palmas (+15 pontos - de 31% de ótimo/bom na primeira pesquisa para 46% na segunda), Geraldo Júlio, de Recife (+12 pontos - de 25% para 37%), Firmino Filho, de Teresina (+10 pontos - de 38% para 48%) e Luciano Rezende, de Vitória (+10 pontos - de 23% a 33%).

Os mais bem avaliados continuam os mesmos: Teresa Surita (Boa Vista), ACM Neto (Salvador), Marcus Alexandre (Rio Branco) e Luciano Cartaxo (João Pessoa).

Reeleição
Nas eleições de 2012, foi registrada a menor taxa de reeleição dos prefeitos das capitais brasileiras: 50% (dos oito que tentaram se reeleger, quatro obtiveram êxito). Em 2016, a segunda rodada de pesquisas do IBOPE Inteligência nas capitais mostra que a vida dos prefeitos que disputam a reeleição não vai ser fácil. Dos 20 que estão nessas condições, apenas quatro tem chances reais de vencer já no primeiro turno. São eles Teresa Surita (Boa Vista), ACM Neto (Salvador), Marcus Alexandre (Rio Branco) e Luciano Cartaxo (João Pessoa). Além de terem suas gestões aprovadas por mais da metade da população, esses candidatos são rejeitados no máximo por um quarto dos eleitores.

Além disso, das suas intenções de voto, pelo menos 40% citam seus nomes quando questionados em quem votariam, sem a apresentação dos nomes dos candidatos, demonstrando que grande parte da intenção de voto está consolidada. 

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